"Nothing but fucking epics tonight!"
Mike Portnoy
Mike Portnoy

O Brasil é mesmo uma merda. Só aqui a produção de um show é capaz de desrespeitar tanto o público ao ponto de um espetáculo marcado para as 21:00h começar às 20:30h.
O Dream Theater é mesmo genial. Só uma banda dessas pra fazer valer cada centavo dos R$ 174,00 pagos no ingresso (R$ 130,00 mais taxa de conveniência e frete) mesmo que você tenha perdido a introdução (que tive que assistir pelo YouTube, porque era a música tema de 2001, o filme tosco mais superestimado de todos os tempos) e a primeira música.
Mas tudo bem. Eu nem gosto tanto assim de Constant Motion. O problema de se perder o começo do show é que falta aquela conexão com a banda. Aquela emoção de ver os caras subindo ao palco e acenando pro público pela primeira vez.
Surrounded compensou tudo. A versão nova é uma das coisas mais fantásticas que já ouvi, com direito ao solo de Mother, do Pink Floyd, jogado ali no meio. E um pedaço de Sugar Mice, do Marillion, que eu (vergonhosamente) desconhecia. Um erro que será corrigido em breve.
Erotomania e Voices, nessa seqüência, foram o ápice da noite. Nem vou mencionar o resto. Blind Faith, Take The Time, trechinhos de Finally Free, Learning To Live, In The Name Of God... nada, com exceção talvez do começo do infame Shmedley Wilcox ("só" Trial Of Tears) foi tão arrepiante quanto a parte "melosa" de Erotomania ou coisas como:
Duas horas não foram suficientes, mas valeram cada centavo do ingresso.
O Dream Theater é mesmo genial. Só uma banda dessas pra fazer valer cada centavo dos R$ 174,00 pagos no ingresso (R$ 130,00 mais taxa de conveniência e frete) mesmo que você tenha perdido a introdução (que tive que assistir pelo YouTube, porque era a música tema de 2001, o filme tosco mais superestimado de todos os tempos) e a primeira música.
Mas tudo bem. Eu nem gosto tanto assim de Constant Motion. O problema de se perder o começo do show é que falta aquela conexão com a banda. Aquela emoção de ver os caras subindo ao palco e acenando pro público pela primeira vez.
Surrounded compensou tudo. A versão nova é uma das coisas mais fantásticas que já ouvi, com direito ao solo de Mother, do Pink Floyd, jogado ali no meio. E um pedaço de Sugar Mice, do Marillion, que eu (vergonhosamente) desconhecia. Um erro que será corrigido em breve.
Erotomania e Voices, nessa seqüência, foram o ápice da noite. Nem vou mencionar o resto. Blind Faith, Take The Time, trechinhos de Finally Free, Learning To Live, In The Name Of God... nada, com exceção talvez do começo do infame Shmedley Wilcox ("só" Trial Of Tears) foi tão arrepiante quanto a parte "melosa" de Erotomania ou coisas como:
I'm lying here in bedFaltou The Silent Man... mas até aí, em se tratando de Dream Theater, everything is never enough, como já diria o homem.
Swear my skin is inside out
Just another Sunday morning
Seen my diary on the newsstand
Seems we've lost the truth to quicksand
It's a shame no one is praying
'Cause these voices in my head
keep saying...
'Love, just don't stare.'
'Reveal the Word when you're
supposed to'
Withdrawn and introverted
Infectiously perverted
'Being laughed at and confused
keeps us pleasantly amused
enough to stay.'
Duas horas não foram suficientes, mas valeram cada centavo do ingresso.
