"Cogito, ergo sum."
René Descartes
"I touch the fire and it freezes me
I look into it and it's black
Why can't I feel?
My skin should crack and peel
I want the fire back!"
Buffy Anne Summers
René Descartes
"I touch the fire and it freezes me
I look into it and it's black
Why can't I feel?
My skin should crack and peel
I want the fire back!"
Buffy Anne Summers
Penso, logo existo.
Tinha mesmo que ser um francês pra dizer uma merda tão grande. A verdade é que quanto mais se pensa, menos se existe. Pelo menos metaforicamente.
Digo isso porque tenho passado tempo demais pensando ultimamente. Pensando enquanto trabalho, enquanto assisto a uma aula na faculdade ou na porra do curso de Java que acabou com os meus fins de semana. Pensando, o tempo todo, cérebro funcionando à toda, sempre aprendendo novas coisas, prestando atenção a tudo que acontece. Mas todo esse pensamento me deixa sem tempo pra sentir.
Sentir, sim, é sinônimo de existir. E antes que digam que essa é a coisa mais bicha de todos os tempos depois do Lorne, deixem-me explicar: sentir qualquer coisa. Pode ser ódio, inveja, tesão, preguiça, sei lá.
Não ter tempo pra sentir qualquer uma dessas coisas é deprimente. A única coisa que eu sinto é frustração por não sentir mais nada... irônico, hein?
Devia existir uma lei internacional fiscalizada pela Interpol que proibisse franceses de se tornarem filósofos. Afinal de contas, lugar de francês é na cozinha. Ou coisa que o valha.
Penso, logo desisto.
Tinha mesmo que ser um francês pra dizer uma merda tão grande. A verdade é que quanto mais se pensa, menos se existe. Pelo menos metaforicamente.
Digo isso porque tenho passado tempo demais pensando ultimamente. Pensando enquanto trabalho, enquanto assisto a uma aula na faculdade ou na porra do curso de Java que acabou com os meus fins de semana. Pensando, o tempo todo, cérebro funcionando à toda, sempre aprendendo novas coisas, prestando atenção a tudo que acontece. Mas todo esse pensamento me deixa sem tempo pra sentir.
Sentir, sim, é sinônimo de existir. E antes que digam que essa é a coisa mais bicha de todos os tempos depois do Lorne, deixem-me explicar: sentir qualquer coisa. Pode ser ódio, inveja, tesão, preguiça, sei lá.
Não ter tempo pra sentir qualquer uma dessas coisas é deprimente. A única coisa que eu sinto é frustração por não sentir mais nada... irônico, hein?
Devia existir uma lei internacional fiscalizada pela Interpol que proibisse franceses de se tornarem filósofos. Afinal de contas, lugar de francês é na cozinha. Ou coisa que o valha.
Penso, logo desisto.

Um comentário:
Você tem uma problema com os francêses ???
*falsly angry*
Hehehehe ;p
um beijo!
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